Empresas Familiares precisam aprender reter talentos

Hoje as empresas familiares vivem uma dificuldade de recrutar mão de obra qualificada.
A PricewaterhouseCoopers (PwC) pesquisou com 1.606 empresas familiares em 35 países e revela que o recrutamento de trabalhadores qualificados foi apontado por 38% das companhias como a principal demanda interna nos próximos 12 meses. No Brasil, o índice é ainda mais significativo: chega a 63% as empresas familiares brasileiras com preocupação com a contratação de mão de obra qualificada. Já nos mercados desenvolvidos, a fatia de empresas familiares preocupadas com escassez de mão de obra é menor que o índice global: está em 34%.
Três critérios foram usados para considerar uma empresa como familiar: a maioria dos votos é detida pela pessoa que constituiu ou adquiriu a companhia; pelo menos um representante da família está envolvido na gestão da empresa de capital aberto; a pessoa que constituiu ou adquiriu a empresa detém 25% das ações representativas com direito a voto.
Podemos atribuir como um dos principais motivos da perda da de talentos a falta da reorganização e profissionalização das companhias familiares. Empresas estruturadas com a planos de carreira e benefícios aumentam sua chance de reter talentos, quase 50% das empresas familiares não têm um plano de sucessão para as funções mais importantes de nível executivo.
Os executivos hoje descartam a oportunidade de trabalhar em empresas familiares onde a sua principal missão é o "dono".  A tendência é das empresas familiares serem absorvidas ao longo dos próximos anos.

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